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HOMENAGEM A GUSTAVO BARROSO

 

Cássio Guilherme Reis Silveira, Presidente do Movimento Integralista e Linearista Brasileiro

 

        

         Nesse ano de 2009 o Brasil vai relembrar e talvez sentir a imensa falta de um Gigante intelectual de nossa História, Gustavo Dodt Barroso. O Brasil sentirá o vazio de estar há 50 anos sem essa voz magnífica, sem a presença física deste nacionalista autêntico e deste Homem Cristão com H e com C maiúsculos. No dia 3 de dezembro de 2009 o Brasil vai recordar essa data lúgubre, que tornou todos os brasileiros mais pobres e mais órfãos de verdadeiros defensores de suas tradições e culturas. Gustavo Barroso nasceu em Fortaleza, no dia 29 de dezembro de 1888 e faleceu no Rio de Janeiro. Formou-se advogado em 1911 e teve uma vida vasta de realizações e contribuições ao engrandecimento da brasilidade como um todo. Foi o Fundador e Mantenedor do Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro, único em sua categoria, por mais de 30 anos. Foi o membro mais jovem da Academia Brasileira de Letras, tornando-se imortal com 35 anos de idade, no lugar do escritor Silvério Gomes Pimenta. Foi o único pesquisador de Museologia do Brasil por mais de 20 anos. Presidente da Academia Brasileira de Letras em 1932 e 1933, com participação ativa na divulgação do trabalho literário brasileiro. Folclorista, Contista, Embaixador, Museólogo, Numismata, Escritor de mais de 128 livros, uma assumidade em todas as áreas do conhecimento Humano. Historiador destacado e cronista de renome, tendo sido Diretor da Revista Fon-Fon por vários anos. Por sua iniciativa criou-se o Regimento dos Dragões da Independência, cujos uniformes foram todos desenhados por ele, após minuciosa pesquisa histórica sem paralelos até Hoje no Brasil.

                   Mas nosso artigo tem um objetivo mais crítico do que meramente rememorar a bibliografia desse Colosso Monumental da História Brasileira. Apesar de um arcabouço de titularidades e prerrogativas tão extenso, o nome de Gustavo Barroso é completamente esquecido e desconhecido do Grande Público e do intelectual mediano no Brasil. Por quê?? Essa cortina de silêncio da mídia em torno de um Nome tão valoroso e varonil é a prova cabal da manipulação das mentes e consciências dos brasileiros, direcionadas para aceitarem apenas os “ conhecidos” que se venderam devidamente ao monopólio satânico e sórdido dos Dominadores de mentes. O povo brasileiro conhece bem Jorge Amado, Clarice Lispector, Dias Gomes, Oscar Niemeyer, Cazuza, Renato Russo, Elvis Presley, John Lennon, David Bowie, Xuxa, Netinho, Che Guevara e mais uma camarilha de figuras apresentadas diariamente como “ famosos” por essa mídia prostituta e vendida. Nem mesmo os livros de Português e Literatura mais “ rampeiros” como se diz em Minas Gerais citam o nome de Gustavo Barroso. Talvez a razão para isso seja dois fatos bastante conhecidos de parcela intelectualizada da população: Gustavo Barroso foi o Chefe das Milícias da A.I.B. ( Ação Integralista Brasileira) e foi também acusado de ser o maior anti-semita da História do Brasil. Devido ao fato de ter traduzido do francês o polêmico livro : “ Os Protocolos dos Sábios de Sião” e de ter escrito vários livros apontando o Sionismo como conquistador de povos e criador das ideologias Capitalistas e Comunistas, ficou com esse título estapafúrdio. Um dos livros escritos por Gustavo Barroso, “ Brasil, Colônia de Banqueiros”, foi leitura obrigatória nas Escolas Militares durante mais de 10 anos, e defendemos que todos os brasileiros de verdade deveriam ter esse livro na cabeceira de suas camas, devido às informações extraordinárias contidas em suas páginas. Além desses livros, Gustavo Barroso escreveu outros de tal importância que ficaria difícil comentarmos brevemente tão galaxial conteúdo ( em se faltando outra palavra mais adequada para exacerbarmos tal fato).

                   Mas cabe a pergunta: Foi Gustavo Barroso realmente anti-semita ou racista como sempre o acusaram os inimigos ferozes serviçais do Capitalismo Selvagem e do Comunismo Assassino?? Para responder, usemos suas próprias palavras: “ Entre nós, o anti-semitismo não pode provir de um sentimento racista, porque o brasileiro é eminentemente contrário a qualquer racismo, porém, desse sentido exatamente anti-racista. O que traz o mundo nos sobressaltos contínuos atuais, minado pelo revolucionarismo e pelo terrorismo é justamente o racismo judaico. O judeu não se mistura com outros povos, mantém através dos séculos a pureza de sua raça, e dentro de outras nações, alicerçado nesse racismo, conserva a sua nacionalidade, dentro do Estado. Não podemos admitir que estrangeiros inteiramente à parte da vida nacional, estratificados em colônias israelitas, influam nos destinos da nacionalidade, perturbando a marcha da política, o ritmo da economia e a própria ordem pública...

                   ...Por essas razões somos anti-semitas. Não o somos no sentido de perseguir os judeus, mas no de esclarecer o povo brasileiro contra o perigo que o judeu representa, de modo que se possa defender de suas intrigas, do seu sistema de explorar os outros”...( extrato de “ Judaísmo, Maçonaria e Comunismo, pags 9-12, Editora Civilização Brasileira, 1937).

                   Portanto, o pavor que o nome Gustavo Barroso desperta não pode se justificar em argumentos de racismo e anti-semitismo. A campanha de silêncio que cerca seu nome, privando o patrimônio cultural e filosófico da Nação de um de seus mais ilustres filhos, só pode ser creditada a atitude altiva e realmente nacionalista de Gustavo Barroso. Tudo bem, como bem diz um Provérbio Hindu bem antigo: “ A Verdadeira Justiça depende basicamente de duas coisas: da Vontade Divina e da Sabedoria dos Justos, ainda que em pequeno número.” A Justiça contemplará esse nosso irmão Chefe Eterno das Milícias Integralistas.

                   Só podemos encerrar esse breve libelo ao monumental Herói Brasileiro Gustavo Barroso bradando: “ Quanta falta nos faz sua lucidez...”

 

 

 

 

IMORTAL GUSTAVO BARROSO

GUSTAVO BARROSO, CHEFE NACIONAL DAS MLÍCIAS INTEGRALISTAS.

GUSTAVO BARROSO, EM DESFILE INTEGRALISTA

INAUGURAÇÃO DO PÁTIO GUSTAVO BARROSO, NO MUSEU HISTÓRICO NACIONAL DO RJ